quinta-feira, 7 de julho de 2011

Trocar carro por bike faz bem para a saúde e para o bolso

São Paulo já é uma das maiores cidades do mundo e, como outras desse porte, sofre com um problema que custa tempo, dinheiro e saúde a seus cidadãos: trânsito. Uma forma de tentar diminuir esses problemas, no entanto, já foi inventada no século 19 e está mais ao alcance que nunca: a bicicleta.
No quesito economia, a troca do carro ou do ônibus pela bicicleta é tentadora. Uma pessoa que precise de apenas um ônibus para chegar ao trabalho e um para ir para casa gastou nos 21 dias úteis de junho, por exemplo (excluindo o feriado de Corpus Christi, no dia 3), R$ 111,30. Nos 12 meses do ano, o gasto fica em torno de R$ 1.300. Se nessa conta entrarem mais duas viagens de metrô (ida e volta), o gasto pode ficar em torno de R$ 2.600.
Já para começar a pedalar, basta um capacete e a própria bicicleta, diz a diretora de marketing e relações internas da fabricante de bicicletas Caloi, Juliana Grossi. O valor envolvido na mudança pode ficar em até um quarto daquele gasto - um capacete custa, em média, R$ 150, e uma bicicleta pode ser encontrada a partir de R$ 250. Mesmo com desgaste de peças, como cabos e freios, e com um ou outro eventual pneu furado, dificilmente o gasto com a bicicleta chegaria ao dobro desse valor no ano.
Ela destaca a necessidade não só de investimentos em infraestrutura e segurança da cidade, para que a bicicleta seja vista como uma opção real em termos de transporte, mas também de uma evolução na própria cultura do brasileiro para fazer essa mudança.
- De alguns anos para cá percebemos algumas mudanças em favor da bicicleta. A bicicleta, que sempre foi aliada a uma forma de atividade física e vida saudável, passou também a ser vista como meio de transporte sustentável e como alternativa aos grandes problemas de congestionamento que existem nas grandes cidades do país.

Trocar carro por bike faz bem para a saúde e para o bolso

São Paulo já é uma das maiores cidades do mundo e, como outras desse porte, sofre com um problema que custa tempo, dinheiro e saúde a seus cidadãos: trânsito. Uma forma de tentar diminuir esses problemas, no entanto, já foi inventada no século 19 e está mais ao alcance que nunca: a bicicleta.
No quesito economia, a troca do carro ou do ônibus pela bicicleta é tentadora. Uma pessoa que precise de apenas um ônibus para chegar ao trabalho e um para ir para casa gastou nos 21 dias úteis de junho, por exemplo (excluindo o feriado de Corpus Christi, no dia 3), R$ 111,30. Nos 12 meses do ano, o gasto fica em torno de R$ 1.300. Se nessa conta entrarem mais duas viagens de metrô (ida e volta), o gasto pode ficar em torno de R$ 2.600.
Já para começar a pedalar, basta um capacete e a própria bicicleta, diz a diretora de marketing e relações internas da fabricante de bicicletas Caloi, Juliana Grossi. O valor envolvido na mudança pode ficar em até um quarto daquele gasto - um capacete custa, em média, R$ 150, e uma bicicleta pode ser encontrada a partir de R$ 250. Mesmo com desgaste de peças, como cabos e freios, e com um ou outro eventual pneu furado, dificilmente o gasto com a bicicleta chegaria ao dobro desse valor no ano.
Ela destaca a necessidade não só de investimentos em infraestrutura e segurança da cidade, para que a bicicleta seja vista como uma opção real em termos de transporte, mas também de uma evolução na própria cultura do brasileiro para fazer essa mudança.
- De alguns anos para cá percebemos algumas mudanças em favor da bicicleta. A bicicleta, que sempre foi aliada a uma forma de atividade física e vida saudável, passou também a ser vista como meio de transporte sustentável e como alternativa aos grandes problemas de congestionamento que existem nas grandes cidades do país.